O BIG BANG
O Big Bang é uma das teorias mais
aceitas sobre a origem do Universo. Como Universo entende-se um conjunto de
tudo o que existe, ou seja, a totalidade espacial, formada pela energia e a
matéria. A teoria do Big Bang entende que a origem do Universo se deu por meio
de uma grande explosão.
Segundo os estudiosos, o Big Bang
teria acontecido entre 10 e 20 bilhões de anos atrás. A explosão liberou
imensuráveis quantidades de energia, criando o espaço e o tempo. A explosão
teria ocorrido devido à intensa concentração de massa e energia em um elemento
inicial. A teoria demonstra que o Universo estava em um estado de elevada
densidade e calor no passado, e que com o passar dos anos foi esfriando e
expandido a um estado líquido, mas que ele continua expandindo, em constantes
transformações.
A expansão do Universo foi
verificada por meio de diversas observações, uma delas sobre o afastamento das
galáxias. Algo que tem sido estudado pelos cientistas e que prova a expansão do
Universo é a “energia escura”. Essa energia escura ainda está sendo estudada
pelos pesquisadores, mas a princípio sabe-se que ela possui uma densidade
praticamente constante no tempo e espaço, e seria ela a responsável pela
acelerada expansão do Universo. Os pesquisadores acreditam que essa energia
escura esteja causando a aceleração da expansão desde o Big Bang. A
persistência desta energia escura seria a responsável por criar uma força repulsiva
constante ao Universo, e assim acelerando assim sua expansão. Esse conhecimento
sobre a acelerada expansão do Universo é algo recente.
Muitas novidades surgem no campo
da Física e da Astronomia no sentido de compreender as transformações que
ocorrem no Universo. Portanto, as teorias não estão acabadas, mas sofrem
interferência das descobertas a partir da evolução dos recursos tecnológicos
disponíveis para as pesquisas.
1.
Origem do Sistema Solar
Segundo a teoria do Big Bang, o
Sistema Solar foi formado pela expansão da matéria após a explosão,
concentrando mais massa em alguns lugares. A forma gravitacional foi juntando
as partículas, e formando aglomerados. Esses aglomerados começaram a se
movimentar em um sentindo de rotação, dando origem ao Sistema Solar.
O Sistema Solar é composto pelo
Sol e os demais corpos celestes que orbitam sob seu domínio gravitacional, ou
seja, são planetas, planetas anões, satélites, meteoroides, asteroides e também
cometas que giram ao redor do sol continuamente. Atualmente, são reconhecidos
oito planetas que compõe o Sistema Solar, sendo eles: Mercúrio (o mais próximo
do Sol), Vênus, Terra, Marte, Júpiter, Saturno, Urano e Netuno. Até poucos anos
atrás era reconhecido também Plutão, mas no ano de 2006 ele foi
descaracterizado como planeta, por ser muito leve e pequeno, passando a ser
considerado como um “planeta anão”. Segue imagem da distribuição dos planetas
no Sistema Solar:
O Sol é o astro dominante no
Sistema Solar. Sua energia faz com que os planetas se mantenham em órbita.
Além de manter os planetas em
órbita, o Sol é responsável pela possibilidade de vida na Terra. Existe uma
divisão entre os planetas do Sistema Solar. Os quatro mais próximos do Sol são
chamados de “telúricos” ou terrestres. São eles: Mercúrio, Vênus, Terra e
Marte. Já os outros quatro são conhecidos como “jovianos” ou exteriores, que
são Júpiter, Saturno, Urano e Netuno.
Sugestão: Livro (em um formato
bem didático, com imagens e textos simples) “Big Bang: tudo sobre a mais
importante descoberta científica de todos os tempos e por que esse conhecimento
é indispensável”, na versão PDF, em:
http://botetuc.wikispaces.com/file/view/Big-Bang+-+Simon+Singh.pdf.
Texto extraído da Internet. Adaptado pelo Professor de Geografia Antonio Mota. Acesso em 22/04/2017.
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