domingo, 7 de maio de 2017

Texto Nº 03 - 1º Ano do Ensino Médio.

O BIG BANG
O Big Bang é uma das teorias mais aceitas sobre a origem do Universo. Como Universo entende-se um conjunto de tudo o que existe, ou seja, a totalidade espacial, formada pela energia e a matéria. A teoria do Big Bang entende que a origem do Universo se deu por meio de uma grande explosão.
Segundo os estudiosos, o Big Bang teria acontecido entre 10 e 20 bilhões de anos atrás. A explosão liberou imensuráveis quantidades de energia, criando o espaço e o tempo. A explosão teria ocorrido devido à intensa concentração de massa e energia em um elemento inicial. A teoria demonstra que o Universo estava em um estado de elevada densidade e calor no passado, e que com o passar dos anos foi esfriando e expandido a um estado líquido, mas que ele continua expandindo, em constantes transformações.
A expansão do Universo foi verificada por meio de diversas observações, uma delas sobre o afastamento das galáxias. Algo que tem sido estudado pelos cientistas e que prova a expansão do Universo é a “energia escura”. Essa energia escura ainda está sendo estudada pelos pesquisadores, mas a princípio sabe-se que ela possui uma densidade praticamente constante no tempo e espaço, e seria ela a responsável pela acelerada expansão do Universo. Os pesquisadores acreditam que essa energia escura esteja causando a aceleração da expansão desde o Big Bang. A persistência desta energia escura seria a responsável por criar uma força repulsiva constante ao Universo, e assim acelerando assim sua expansão. Esse conhecimento sobre a acelerada expansão do Universo é algo recente.
Muitas novidades surgem no campo da Física e da Astronomia no sentido de compreender as transformações que ocorrem no Universo. Portanto, as teorias não estão acabadas, mas sofrem interferência das descobertas a partir da evolução dos recursos tecnológicos disponíveis para as pesquisas.



1. Origem do Sistema Solar
Segundo a teoria do Big Bang, o Sistema Solar foi formado pela expansão da matéria após a explosão, concentrando mais massa em alguns lugares. A forma gravitacional foi juntando as partículas, e formando aglomerados. Esses aglomerados começaram a se movimentar em um sentindo de rotação, dando origem ao Sistema Solar.
O Sistema Solar é composto pelo Sol e os demais corpos celestes que orbitam sob seu domínio gravitacional, ou seja, são planetas, planetas anões, satélites, meteoroides, asteroides e também cometas que giram ao redor do sol continuamente. Atualmente, são reconhecidos oito planetas que compõe o Sistema Solar, sendo eles: Mercúrio (o mais próximo do Sol), Vênus, Terra, Marte, Júpiter, Saturno, Urano e Netuno. Até poucos anos atrás era reconhecido também Plutão, mas no ano de 2006 ele foi descaracterizado como planeta, por ser muito leve e pequeno, passando a ser considerado como um “planeta anão”. Segue imagem da distribuição dos planetas no Sistema Solar:
O Sol é o astro dominante no Sistema Solar. Sua energia faz com que os planetas se mantenham em órbita.
Além de manter os planetas em órbita, o Sol é responsável pela possibilidade de vida na Terra. Existe uma divisão entre os planetas do Sistema Solar. Os quatro mais próximos do Sol são chamados de “telúricos” ou terrestres. São eles: Mercúrio, Vênus, Terra e Marte. Já os outros quatro são conhecidos como “jovianos” ou exteriores, que são Júpiter, Saturno, Urano e Netuno.
Sugestão: Livro (em um formato bem didático, com imagens e textos simples) “Big Bang: tudo sobre a mais importante descoberta científica de todos os tempos e por que esse conhecimento é indispensável”, na versão PDF, em: http://botetuc.wikispaces.com/file/view/Big-Bang+-+Simon+Singh.pdf.
Texto extraído da Internet. Adaptado pelo Professor de Geografia Antonio Mota. Acesso em 22/04/2017.



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